O OLHAR QUE SE OUVE
PRÁTICAS E REFLEXÕES SOBRE A INCLUSÃO DA DEFICIÊNCIA VISUAL NA EDUCAÇÃO SUPERIOR
Palavras-chave:
Formação docente, Deficiência visual, Educação inclusivaResumo
A inclusão de estudantes com deficiência visual no ensino superior representa um desafio crescente e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de aprimorar práticas pedagógicas voltadas à equidade. Este artigo apresenta o relato da experiência de uma docente do curso de Fisioterapia ao receber um aluno com deficiência visual. A vivência desencadeou reflexões sobre o preparo docente, suporte institucional, uso de tecnologias educacionais acessíveis de comunicação descritiva e à participação em cursos de formação continuada. O relato foi desenvolvido a partir da experiência prática e fundamentado em referências teóricas sobre inclusão, acessibilidade e inovação docente. Observou-se que o uso de descrições verbais favoreceu o aprendizado coletivo e que tecnologias baseadas em inteligência artificial ampliam as possibilidades de mediação sensorial no ensino superior. Conclui-se que a formação continuada e o uso ético da tecnologia são caminhos que fortalecem a educação inclusiva e tornam o processo de ensino-aprendizagem mais acessível e participativo.
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