O CICLO INVESTIGATIVO E AS PRÁTICAS EPISTÊMICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS

ESTUDO DE CASO DE UMA SEI SOBRE TERRÁRIOS

Autores

  • Eloísa Cristina Gerolin Secretaria Municipal de Educação de São Paulo
  • Rafael Bezerra de Medeiros Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

Palavras-chave:

Sequência de Ensino Investigativa, Ciclo investigativo, Práticas epistêmicas, Ensino por investigação

Resumo

Este artigo analisa o engajamento epistêmico de estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental durante uma Sequência de Ensino Investigativa (SEI) sobre o funcionamento de um terrário, com foco na relação entre as fases do ciclo investigativo e as práticas epistêmicas mobilizadas. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, configurada como estudo de caso, cujo corpus é composto por registros escritos produzidos pelos estudantes ao longo da investigação. Os resultados evidenciam que os estudantes refinam progressivamente os critérios sobre o que constitui um dado, ampliam a articulação entre observações empíricas e conhecimentos conceituais e constroem explicações mais coerentes para responder à questão investigativa. Discute-se também o papel da arquitetura didática e da mediação docente na criação de oportunidades para práticas investigativas significativas, destacando a importância do planejamento e das decisões pedagógicas para sustentar o engajamento epistêmico no contexto escolar.

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Publicado

01-08-2026

Como Citar

Gerolin, E. C., & Medeiros, R. B. de. (2026). O CICLO INVESTIGATIVO E AS PRÁTICAS EPISTÊMICAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS: ESTUDO DE CASO DE UMA SEI SOBRE TERRÁRIOS. Revista Internacional Movimentos Docentes (MOVDOC), 3, 87–105. Recuperado de https://revmovdoc.movimentosdocentes.com/revista/article/view/57

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