DOCENCIA NEURODIVERGENTE Y PERMANENCIA EN LA EDUCACIÓN PÚBLICA

REFLEXIONES AUTOBIOGRÁFICAS SOBRE INCLUSIÓN, AFECTO Y DIFERENCIA

Autores/as

  • Janiara de Lima Medeiros

Palabras clave:

docencia neurodivergente, inclusión escolar, formación docente, permanencia, TEA, TDAH, subjetividad

Resumen

Este artículo propone una reflexión crítica y experiencial sobre la docencia neurodivergente en la educación pública brasileña, a partir de la trayectoria de una profesora con diagnóstico tardío de TEA y TDAH e indicios de Altas Capacidades/Superdotación. El enfoque autobiográfico, articulado con las políticas inclusivas, analiza cómo el apoyo institucional, el reconocimiento profesional y la formación continua influyen en la permanencia docente. El estudio toma como referencia su experiencia en la red municipal de educación de Duque de Caxias, especialmente en el CIEP Brizolão Municipalizado 328 Marie Curie, y las experiencias formativas en el LEEI (2024) y ProLEEI (2026), en Nova Iguaçu, Río de Janeiro. A partir de las contribuciones de Enicéia Gonçalves Mendes, João Henrique da Silva y Márcia Maurílio Souza, se sostiene que la inclusión también debe reconocer la diferencia entre quienes enseñan. 

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Citas

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Publicado

2025-12-01

Cómo citar

Medeiros, J. de L. (2025). DOCENCIA NEURODIVERGENTE Y PERMANENCIA EN LA EDUCACIÓN PÚBLICA: REFLEXIONES AUTOBIOGRÁFICAS SOBRE INCLUSIÓN, AFECTO Y DIFERENCIA. Revista Internacional Movimentos Docentes, 2, 111–120. Recuperado a partir de https://revmovdoc.movimentosdocentes.com/revista/article/view/37

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