EDUCAÇÃO CIENTÍFICA E CONSCIÊNCIA AMBIENTAL NA INFÂNCIA
UM OLHAR TEÓRICO SOBRE POLÍTICAS E PRÁTICAS EDUCATIVAS
Palavras-chave:
Educação Infantil, Ensino de Ciências, Consciência AmbientalResumo
Este artigo discute a importância do ensino de Ciências e da formação da consciência ambiental na Educação Infantil, analisando documentos oficiais e contribuições de autores da área. O estudo evidencia que, embora as políticas públicas valorizem a curiosidade, a observação e o cuidado com o meio ambiente, ainda persistem desafios relacionados à infraestrutura escolar, à falta de materiais pedagógicos e à formação docente. A análise destaca a necessidade de compreender o ensino de Ciências como experiência investigativa e humanizadora, capaz de despertar o pensamento crítico e atitudes de responsabilidade ambiental desde a infância. Conclui-se que a consolidação de práticas científicas na Educação Infantil exige o compromisso coletivo entre professores, gestores e políticas públicas que garantam condições reais para a implementação de uma educação científica crítica e transformadora.
Downloads
Referências
ARCE, Alessandra; SILVA, Débora A. S. M.; VAROTTO, Michele. Ensinando ciências na educação infantil. Campinas: Autores Associados, 2011.
BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 27833, 23 dez. 1996.
BRASIL. Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 1, 28 abr. 1999.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília, DF: MEC, 2017.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Parecer CNE/CP nº 20, de 11 de agosto de 2009. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 14, 24 set. 2009.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Conselho Pleno. Resolução CNE/CP nº 1, de 30 de maio de 2012. Estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Ambiental. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, p. 17, 15 jun. 2012.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil. Brasília, DF: MEC/SEB, 2009.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de (org.). Ensinar ciências: um desafio para o professor. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.
JACOBI, Pedro. Educação ambiental, cidadania e sustentabilidade. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 118, p. 189-205, mar. 2003.
LORENZETTI, Leonir; DELIZOICOV, Demétrio. Alfabetização científica no contexto das séries iniciais. Ensaio: Pesquisa em Educação em Ciências, Belo Horizonte, v. 7, n. 1, p. 1-14, 2005.
LOUREIRO, Carlos Frederico Bernardo. Educação ambiental e movimentos sociais: reflexões sobre uma perspectiva emancipatória. Educação & Sociedade, Campinas, v. 25, n. 88, p. 425-438, 2004.
MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 9. ed. São Paulo: Hucitec, 2001.
REIGOTA, Marcos. O que é educação ambiental. São Paulo: Brasiliense, 1998.
SATO, Michèle. Educação ambiental e complexidade: desafios à transdisciplinaridade. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 28, n. 2, p. 283-298, 2002.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Política de Direitos Autorais
Os artigos publicados na Revista Movimentos Docentes: Formação, Redes e Práticas Educativas estão licenciados sob a Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional (CC BY-NC-ND 4.0).
Isso significa que os leitores e leitoras podem compartilhar, copiar e redistribuir o material em qualquer meio ou formato, desde que sejam observadas as seguintes condições:
-
Atribuição: o(a) autor(a) e a fonte original devem ser devidamente creditados;
-
Uso não comercial: o material não pode ser utilizado para fins comerciais;
-
Sem derivações: o conteúdo não pode ser modificado, adaptado ou transformado.
Os(as) autores(as) mantêm os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, garantindo o reconhecimento da autoria e permitindo a disseminação não comercial do trabalho em repositórios institucionais, páginas pessoais ou redes acadêmicas, desde que citada a publicação original.
A revista apoia os princípios da Ciência Aberta e da democratização do conhecimento, incentivando a circulação ética e responsável da produção acadêmica e docente.
